sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Mão Morta - Budapeste
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Ataxia - descoordenando e desequilibrando
Deixo aqui dois aperitivos para quem ainda não tomou uma refeição, ou sobremesas, para o reciproco.
Do primeiro trabalho, porque no meu ver é o mais bonito:
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
voltar a Björk
terça-feira, 28 de junho de 2011
Junk Culture
1º album 'West Coast'
Não é que este segundo album esteja mau mas o 1º tinha-me deixado demasiado entusiasmado com este tipos para aguentar tal choque, mas aos poucos lá me vou habituando e esperando pelo 3º para ver para ver para onde eles se viram agora.
2º album 'Summer Friends'
Ahhh e nunca se deve falar de mais pois no 1º mal existem vozes e no 2º são uma constante.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Bajo Fundo Tango Club
Quando li este comentário, durante 5:11 estive em pleno Buenos Aires num dos clubes de tango com um copo de vinho chileno, um porro jamaicano e uma bela mulher argentina, e que pena que tenho ser só 5:11 min, pois podia ser uma vida!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Primitive Reason
(Provavelmente, na América do Norte?)
Lumerians
sexta-feira, 27 de maio de 2011
The Antlers - Burst Apart
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Bardo Pond - Ticket Crystals (2006): Um boa prenda para o dia da Mãe
sexta-feira, 20 de maio de 2011
MUNK
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Awesome Color, my name is Trio, Power Trio
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Antes de existir rap, o melhor contador de estórias chamava-se Johnny Cash
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Nasser
E ninguém nos inspira. Somos uns pedaços de merda.
Pelo menos é o que os Nasser dizem. Há como não concordar?
(via Luís Matias)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Horrores lá pra Julho
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Amiina
Em 2005 fui ver Sigur Rós ao coliseu (a segunda vez) e estas quatro meninas abriram o concerto, que mais me arrepiou. É que eu sempre pensei que um serrote servisse simplismente para cortar, mas estas meninas da Islandia usam-no para criar sons magnificos, utilizam ainda copos de cristal, bem sem palavras.
Cumprimentos a todos.
segunda-feira, 28 de março de 2011
uni_form
quinta-feira, 24 de março de 2011
The Strokes - Angles
terça-feira, 15 de março de 2011
Eu quero é que a Janelle Monáe durma no meu carro todas as noites (mas só quando estaciono em sítios obscuros)
Mas não deixa de ser magistral ouvir o Thom Yorke (Thó Iorquee) chorar
From a long, weary dream
quinta-feira, 10 de março de 2011
The Nice - America
É História! Sábado, será estória ou História?
terça-feira, 1 de março de 2011
Best Coast
Tenho este som em repeat em diversos momentos do dia,parece-me catita :)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Change my pitch Up
Nós aproveitamos para aprender umas coisas,descobrir que há discos no baú aos quais se dão uso.
Prodigios de outrora,é aqui revelada a receita para "Smack My Bitch Up" dos Prodigy.
Hope you like it.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Yann Tiersen - Dust Lane

Após 6 anos sem lançar um álbum de originais em nome próprio, Yann Tiersen apresenta-nos o resultado da metamorfose em que se embrenhou durante todo esse tempo. Quem acompanha o trabalho deste compositor, sabe que ele tem vindo a transgredir a sua formação clássica em direcção ao mundo do post-rock e do assim denominado indie. Para essas pessoas, este álbum é o caminho que se poderia esperar do Tiersen, aliando o seu género de composição, à fusão com outros estilos tanto modernos como antigos, e que ele tem vindo a explorar.
Para as restantes, o álbum será ums surpresa irreconhecível.
Encontra-se neste álbum um Tiersen maduro, com remniscências da sua juventude. Temos uma música séria, de quem tem mãos com constante criatividade bem reconhecida, no entanto, a nostalgia do pos-punk que viveu na sua era juvenil é um marco nítido. O álbum não é triste, mas não se exalta demasiado aos clichés da actualidade. Tem cores, mas pode-se considerar sóbrio. Citando a Persistência da Memória de Dali, ou o Eternal Sunshine of the Spotless Mind de Gondry, a nostalgia surge como quando hoje em dia nos recordamos da infância, no entanto, ao lembrar-nos de nós e das pessoas, vemo-nos como somos actualmente, e não como eramos na altura.
Em termos de enquadramento no seu trabalho, esta nova vertente muda-o de direcção, mas não cria nenhuma aresta. Sentimos que o Les Retrouvailles, de 2005, foi uma premonição do que vinha aí, onde Tiersen começou a anunciar um desejo de mudança. No seu álbum ao vivo On Tour tinha já editado versões post-rock de muitos dos seus antigos sucessos. E desde essa altura tem vindo a trocar, nos seus concertos, o piano pela guitarra e o acordeão pelo ondes martenot, mudança que suscitou nos apreciadores e na crítica um misto de aclamação e de desagrado. Os que apenas gostam do Tiersen clássico ficaram profundamente desiludidos com o novo caminho, facto que se observou directamente com o regular abandono de alguns espectadores a meio dos concertos. Para quem acredita que o novo caminho possa ser tomado sem que ele perca a qualidade que sempre teve, o novo género tem sido uma redescoberta de alguém que se pensava estar já estritamente definido. Ao mesmo tempo, este novo caminho redefine o público que o segue, abrindo novas portas a quem antes não se sentia atraído pelo seu trabalho.
Para fechar, o álbum representa um sinal de pontuação e um novo parágrafo, na história de quem faz a música que sente a cada momento. Independentemente de ser o que os antigo fãs querem ou não ouvir, é o que ele quer fazer. Muitos outros artistas seguiram esse caminho, e por mais que muitas vezes nos desiludam, o importante é perceber se o fazem por que querem, ou porque o mercado e os produtores o querem. Neste caso a progressão que o trouxe até este ponto denota nitidamente que é o que ele quer.
Quem quiser continuar a ouvir, ouve; quem não quiser, terá sempre os antigos álbuns que serão eternamente imortais; e quem não queria ouvir antes poderá querer ouvir agora. Vale a pena experimentar.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
There's someone in my head but it's not me
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Apparatjik
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Regina Spektor a mostrar-me de que é feito a No Surprises dos Radiohead
a job that slowly kills you,
bruises that won't heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don't, they don't speak for us.
I'll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silence, silence.
This is my final fit,
my final bellyache
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.
Such a pretty house
and such a pretty garden.
No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.