segunda-feira, 29 de outubro de 2012

David Holmes

Não me contive, andava com esta novidade na cabeça há alguns dias e hoje decidi mostrar-vos. Não sei se será novidade para todos pois este senhor já fez alguns que outros trabalhos mais badalados. Como é o caso de algumas das músicas dos famosos filmes "Ocean´s", e mais recentemente na cerimonia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 onde exibiu uma das suas composições.
Trata-se do Dj Norte Irlandês David Holmes que aos seus 43 já possui uma carreira bem longa, diga-se que este menino/senhor começou com apenas 15 anos a passar musica em Belfast.
 O seu estilo psicadélico leva o ouvinte a um semi-trance (também depende do tipo de erva que fumaram), que permite relaxar e ao mesmo tempo encontramos algo que nos mantém acordados.

Deixem-se levar...







domingo, 28 de outubro de 2012

Roque Popular, Diabo na Cruz

Raízes, quem não gosta de raízes? O projecto encabeçado por Jorge Cruz está de volta, evocando o que o passado nos deixou e deixando uma marca bem contemporânea, com um toque que roça a intervenção.
Trago até vos o segundo e último trabalho dos Diabo na Cruz, que já passaram pel'oindie para deixar a sua pegada. A 23 de Abril deste ano voltaram com o deflagrar de letras e acordes simples e eficazes que me fazem lembrar um mashup entre os antigos bailes e desgarradas da minha vila e laifos punk-rock, entre outras cenas que tais. Roque Popular é o nome do novo trabalho que vem na sequência de Virou!, deste conjunto musical que inclui nomes como B Fachada e Bernardo Barata, lançados pela editora independente portuguesa, FlorCaveira.

Deixo-vos duas das dez faixas deste Roque Popular.





Para mais informações consultem o myspace dos Diabo na Cruz.

Lemon Jelly


Hello Guys!
Aceitei com felicidade o convite feito pelo Amigo oINDIEpendente, para voltar a publicar no nosso querido espaço musical. Uma vez a morar em Londres, aproveito para "tentar" exportar o que de bom se faz por aqui.
 Nesta mega-metrópole onde me encontro fui forçado a escolher um companheiro de viagem para o dia-a-dia, e quem melhor para essa tarefa do que uns Gygabites de boa música. Relembrando ainda as maratonas urbanas e as regatas por entre as multidões, decidi buscar algo que me distanciasse e ao mesmo tempo me permitisse estar presente e activo - Encontrei.
 Diretamente aqui da "minha Londres": Lemon Jelly
 São um duo electrónico formado desde 1998, por Fred Deakin e Nick Franglen e gravam pela produtora independente XL Recordings.


sábado, 20 de outubro de 2012

of Montreal

379 dias passaram e lembro-me que a opinião de cada um vale o que vale e um blogue é o que é. Posto isto  vamos lá reabrir o'INDIE!

of Montreal, from USA with love e desde 97 a vender música, ideias e ideais. Neste momento contam com seis membros no grupo e já produziram 11 álbuns; rock, neo-psicadelismo, muito ritmo - RnB, e com isto só me dediquei a ouvir os gajos ontem ^^ . Num serão ao som de um bom vinho tinto e uma mesa tocada de boa Junk Food, tomo como acompanhamento of Montreal - não é um vinho Canadiano, é mesmo o conjunto musical que trago neste post.

Do seu oitavo trabalho de originais:


Do ultimo LP, lançado no Fevereiro deste ano:


Consultem mais sobre of Montreal na Wiki.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mão Morta - Budapeste

Em tempos em que o lema é "o que é nacional é bom", o qual concordo, deixo aqui uma reliquia para relembrar o rock'n'roll tuga. E como é fim de semana - mais um vodka pátestar!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ataxia - descoordenando e desequilibrando

Epá! Trago aqui hoje no bolso (ou em cima mesa, em formato em mp3), um projecto que pronto, é de ouvir e deixar fluir, psicadélico e louco, tudo good old cenas. Ataxia, ou como quem diz, um projecto de John Frusciante, antigo RHCP. Ele que sempre teve uma queda para projectos a solo, iniciou este Ataxia em 2004, lançando um LP e mais tarde, em 2007, realizou um segundo trabalho. Link para a wiki aqui!

Deixo aqui dois aperitivos para quem ainda não tomou uma refeição, ou sobremesas, para o reciproco.
Do primeiro trabalho, porque no meu ver é o mais bonito:





Experimental, louco e sei lá mais o quê, mas merece um cantinho em algum dos nos nossos diapositivos reprodutores de audio digital!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

voltar a Björk

Tinha dezasseis anos quando chateei muito os meus pais para ir ver Björk ao Hype@Meco. Foram levar-me e buscar-me, era a primeira vez que ia a um festival de música com amigos. Ouvia o Homogenic e o Vespertine em loop, na altura. Com o passar do tempo, a artista saiu da minha lista de preferências, em parte porque não percebia onde queria chegar. As melodias, as letras e as técnicas começaram a parecer-me repetitivas e não me seduziam - demasiada natureza, tininins e variações passivo-agressivas.
Ontem, à espera do autocarro - longa espera, btw; não desejo a experiência de transporte público maltês a ninguém -, saturada das pastas que tinha no ipod, sintonizei rádio no primeiro e talvez único posto não untzcapuntz disponível. A melhor das surpresas: uma entrevista com a em-tempos-minha-artista-favorita para me fazer regressar a ela com renovados olhos e orelhas.
Biophilia (mais um desses esoterismos científicos, felizmente sem o famigerado "quântico" à mistura) dá título ao novo álbum de Björk, a sair Setembro próximo. O sururu em torno das suas novidades técnicas pode ser desgastante: sim, a artista não recorre "instrumentos convencionais", sim, ela gosta de touchscreens e de ipads, pois, a apple preparou-lhe uns apps quaisquer novos para compor música. So what? Por muito que aprecie o empreendimento técnico, tudo isto me pareceria muito vão se não tivesse ouvido a entrevista e os propósitos de Biophilia por Björk, ela própria, muito esperta, clara e sensível, inteligentemente interrogada pela tipa do The Strand. Espera-nos então um álbum post-moaning, de soluções estéticas para lutas musicais, pessoais e políticas.

Deixo-vos os link para a entrevista (aqui) e uma música de amor sobre vírus, generativa.


Porque música generativa não se ensaia, é com ainda maior expectativa que fico à espera de ver Björk de novo. E desta vez conduzo eu.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Junk Culture

Já a minha avó dizia - nunca se deve falar de mais - pois tudo o que é em excesso pode desvirtuar o que realmente interessa! E realmente posso afirmar que ela tem razão! Os Junk Culture lançaram este ano o 2º album (Summer Friends) onde o estilo virou totalmente para o indie e passaram um pano sobre as raizes do 1º album (West Coast)

1º album 'West Coast'


Não é que este segundo album esteja mau mas o 1º tinha-me deixado demasiado entusiasmado com este tipos para aguentar tal choque, mas aos poucos lá me vou habituando e esperando pelo 3º para ver para ver para onde eles se viram agora.

2º album 'Summer Friends'


Ahhh e nunca se deve falar de mais pois no 1º mal existem vozes e no 2º são uma constante.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bajo Fundo Tango Club

"una copa de vino, un porrito y buen sexo....! q puede ser mejor.....................y de fondo un buen tango chill out!"

Quando li este comentário, durante 5:11 estive em pleno Buenos Aires num dos clubes de tango com um copo de vinho chileno, um porro jamaicano e uma bela mulher argentina, e que pena que tenho ser só 5:11 min, pois podia ser uma vida!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Primitive Reason

Se eles fossem norte-americanos, onde estariam?


(Provavelmente, na América do Norte?)