quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ratatat

Antes que mais gosto do nome da banda, pois é o nome de um Pokemon, mas com uma letra trocada. ^^ (Quem jogou sabe do que falo, que não jogou pode ir aqui). Mas pronto, este grupo de dois jovens fazem post-cenas, indie-electro-coisas e têm uma sonoridade à minha medida, à vossa não sei porque eu sou um pouco magro. Para quem gosta de Caribou, irá gostar certamente disto. Ratatat é experimental, repetitivo, calmo, electrónico, mágico...enfim é bom. Se eu digo que é bom, é bom e pronto, acabou! ^^
Estes novaiorquinos existem a há algum tempo, mas só há um mês é que os descobri... Lançaram em 2004 o primeiro álbum e em Junho deste ano, o sexto.

Oiçam lá então as pessoas:



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

The Shins

Pegando nas influências do post anterior,com o qual concordo de forma plena (podia ter nascido nessa altura perfeitamente) - faço uso da palavra para confirmar como essa década de 60 extravasa inúmeras das bandas dos nossos dias. "The Shins", banda presumivelmente conhecida (SUBPOP Records Label) são talentosos na composição de musicas melodicó-aditivas, em tons de folk, indie coiso e tal -bons ptto!
Deixamos a "Estrada do Tabaco" - Nashville e partimos para Portland com a benção de São Simão...

Saint Simon




Australia


Sea Legs

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Nashville Teens - Tobacco Road

Há músicas que me fascinam logo aos três primeiros segundos. Aconteceu com esta:


Está aqui a prova que a melhor década musical é a de sessenta. Só rodeados de excelentes bandas é que seis pacóvios com ar de pseudo-garanhões conseguiam fazer uma coisa tão perfeitinha.

E o apresentador todo oh-my-fucking-god, hein? Priceless.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

INDIEpendente@RCM 95.9 fm - 23ª Sessão


Foi hoje para o ar a vigésima-terceira sessão d'oINDIEpendente na Rádio Campo Maior. Podem ouvir no nosso Podcast!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pulp - Common People

Esta música de 1995 reúne o melhor dos 80's, enquanto ideia de década musical. É-me tão evidente que nem digo mais nada.


Já o vídeo é mauzinho.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

INDIEpendente@RCM 95.9 fm - 22ª Sessão


Foi hoje para o ar a vigésima-segunda sessão d'oINDIEpendente na Rádio Campo Maior. Podem ouvir no nosso Podcast!

domingo, 3 de outubro de 2010

Bon Iver - Blood Banks

Justin Vernon já não está sozinho. Depois de se ter enfiado numa casa no meio dos bosques para criar Emma, Forever Ago, essa obra-prima deprimida, o rapaz lá se animou e pôs-se a tocar a angústia pelo mundo fora. Ganhou fama, admiração e, pelos vistos, pessoas do sexo feminino com quem interagir.

Ainda bem; é sempre bonito.

De tudo o que daí se viveu, parece que Blood Banks é produto feliz. Se, em Emma, tínhamos um rapaz desgostoso d'amor

For all your lies,
You're still very lovable

neste último trabalho há esperança renascida

That secret that we know
That we don't know how to tell
I'm in love with your honor
I'm in love with your cheeks

Mas tudo servido em doses de tristeza e melancolia, precisamente a característica chave nos Bon Iver, aquele je-ne-sais-quoi-que-eu-sei e que lhes dá fãs (eu e umas francesinhas) ou indiferença (resto do mundo).

A simplicidade das suas músicas, que consigo arrastam uma mistura de paz-de-espírito com depressão, tornam Bon Iver a minha banda preferida para ver chover à noite. Com um cigarro. É um lugar importante para se estar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

INDIEpendente@RCM 95.9 fm - 21ª Sessão


Foi hoje para o ar a vigésima-primeira sessão d'oINDIEpendente na Rádio Campo Maior. Podem ouvir no nosso Podcast!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

INDIEpendente@RCM 95.9 fm - 20ª Sessão


Foi hoje para o ar a vigésima sessão d'oINDIEpendente na Rádio Campo Maior. Podem ouvir no nosso Podcast!

Arcade Fire - The Suburbs

Ontem, à procura de qualquer coisa, fui a gaveta há muito esquecida no meu quarto. Lá dentro, junto a canetas e tampas e borrachas e bilhetes de concertos e recibos de coisa-nenhuma, cartas.

Reabri uma, cheia de pó. Era de uma "Mafalda". Não conheço nenhuma Mafalda.
Em letra de menina, leio na diagonal. Encontro um "Tens namorada?" no meio de trivialidades juvenis.

E então lembro-me: isto foi numas férias no Algarve, com os meus 12 anos ou coisa que o valha. Éramos três rapazes a conhecer três raparigas. Paixonetas de verão. Trocámos apenas e só moradas e, olha, ao que parece, uma Mafalda escreveu-me.

E esta carta existe porque na altura não se usavam telemóveis e a internet era um bicho estranho. Lembrar-me disto e pensar na rapariga - de uma forma abstracta, pois não faço ideia de como era - e no trabalho que teve de me escrever 3 páginas à mão, arranjar um envelope, comprar um selo e ir colocá-la no marco do correio, fez-me sorrir pela pureza da coisa. Hoje em dia há muito que não se escrevem cartas d'amor. Não sou o único a reparar:


Os Arcade Fire escreveram um álbum sobre os subúrbios. Não sei se sabem onde ficam: aqueles sítios onde se cresce e vive antes de mudarmos para outro lado/outra vida qualquer? Vejam lá aqui.

O álbum vale muito mais do que um ouvi a primeira vez, não é igual aos outros dois, não ouvi mais. É diferente. E igualmente bom. Que grande carreira estes gajos têm. 18 Novembro, ao Pavilhão Atlântico. Vemo-nos lá.